20180107

O futuro precário do estado-nação (3)



(partes 1 e 2, aqui e aqui)

As destruições da II Guerra, com particular incidência na Alemanha e na URSS, obrigaram a um enorme esforço de reconstrução e de reconstituição das economias que irmanaram ambos os blocos numa intervenção muito profunda do gasto público, no âmbito do que se veio a chamar políticas keynesianas para aumentar o PIB.

Tudo parecia correr bem, os trabalhadores pensavam mais no consumo do que na revolução, o desemprego era marginal, os EUA eram o grande padrinho do sistema de Bretton Woods e um grande beneficiário da descolonização que remetera as antigas potências colonizadoras para um quadro regional.

Até que… o modelo implodiu por razões internas e externas, como se verá na continuação deste texto.

C - Os trinta gloriosos anos do capitalismo

13 - A reformulação do pensamento político e o esplendor keynesiano
14 - A reconstrução das infraestruturas e o início da integração europeia
15- Instituições supra-nacionais configuram a globalização
16 – A descolonização e o declínio das nações colonizadoras
17 - A aceitação pelos trabalhadores da ordem capitalista

 Texto em qualquer destas ligações:




    https://pt.scribd.com/document/368621630/O-Futuro-Precario-Do-Estado-nacao-3


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20171214

O futuro precário do estado-nação (2)



A revolução industrial desenvolve novas estruturas políticas – a colonização extensiva a todo o planeta, o domínio diversificado das burguesias através do parlamentarismo ou de ditaduras, sempre com a vulgarizada utilização da guerra, da violência contra os trabalhadores e os povos colonizados. 

Do ponto de vista económico, o capitalismo liberal, produz os cartéis, o imperialismo e desenvolve fórmulas de fusão das funções económicas e políticas através do capitalismo de estado e do fascismo.
Os Ocidentais apresentam-se como os construtores da História, os únicos com capacidade para definir o futuro e, portanto, os portadores da universalidade.

B – O imperialismo e os seus limites

  8- Revolução Industrial
  9 – A construção do imperialismo
10 – O imperialismo maduro
11 - As duas Grandes Guerras e os alvores do keynesianismo
12 - O capitalismo de estado e o fascismo


Texto integral em:

 https://grazia-tanta.blogspot.pt/2017/12/o-futuro-precario-do-estado-nacao-2.html

https://www.slideshare.net/durgarrai/o-futuro-precrio-do-estadonao-2

https://pt.scribd.com/document/367202264/O-Futuro-Precario-Do-Estado-nacao-2


Este e outros textos em: 
                       
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20171120

O futuro precário do estado-nação (1)



A descolonização e os independentismos recentes têm a constituição de estados-nação como ponto alto, quiçá definitivo para a bem-aventurança dos povos, replicando a construção dos estados-nação na Europa, onde foram objeto de um lento processo, desde há alguns séculos atrás. 

Atualmente, a globalização desenvolve processos de subalternização dos estados-nação, com a criação de normas e instituições de âmbito plurinacional ou internacional, dando como adquirido que o plano dos estados-nação é demasiado estreito.

Entre o estado-nação do passado e a unificação e uniformização do planeta levadas a cabo pelas multinacionais e pelo capital financeiro, onde se situam os povos e as pessoas? E, de um ponto de vista activo e prospetivo, que atitudes e escolhas deverão os povos assumir?

Sumário

A - Notas para o nascimento do estado-nação

1 - A expansão colonial conduziu à construção do Estado moderno
2 - O Estado, elemento essencial para a acumulação
3 - Nações e estados-nação
      4 – O engrandecimento de um aparelho de estado envolve sempre violência
5 - L’Etat, c’est moi!
6 – A importância do patriotismo
7 - O início do capitalismo industrial 

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https://www.slideshare.net/durgarrai/o-futuro-precrio-do-estado-nao

https://pt.scribd.com/document/364972002/O-Futuro-Precario-Do-Estado-nacao



20171114

É o clima, estúpido!

Texto de António Dores sobre os fogos florestais, a incúria, o crime a ausência de atuação popular autónoma

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